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Câmeras de monitoramento no MS registram flagrantes inusitados de animais silvestres interagindo com os equipamentos. Saiba mais!
Registros surpreendentes capturados por armadilhas fotográficas no interior de Mato Grosso do Sul mostram a curiosidade de animais silvestres que, em vez de passarem despercebidos, parecem interagir diretamente com as câmeras de monitoramento. As imagens, divulgadas nas redes sociais do Projeto Tatu-Canastra, revelam espécies como jaguatirica, cachorro-do-mato e quati encarando as lentes.
O objetivo principal dessas armadilhas é desvendar os hábitos discretos do tatu-canastra, o maior tatu do mundo. Contudo, alguns visitantes inesperados acabaram roubando a cena, aproximando-se dos equipamentos e gerando flagrantes dignos de ‘poses’ para a câmera. A publicação brincou com a situação, comentando: “Ops… fomos descobertos!”
O Projeto Tatu-Canastra, ligado ao Icas (Instituto de Conservação de Animais Silvestres), é responsável pela instalação das câmeras em Mato Grosso do Sul. O foco é monitorar o comportamento do tatu-canastra, animal crucial para o equilíbrio ambiental.
Segundo informações do projeto, o tatu-canastra cava uma nova toca a cada três noites em média. Essas estruturas abandonadas tornam-se refúgios vitais, abrigando mais de 100 espécies de vertebrados e cerca de 300 de invertebrados. Essa ação demonstra o papel fundamental do tatu-canastra na manutenção do ecossistema, oferecendo proteção contra predadores e acesso a alimento para diversas outras espécies.
Entre as diversas espécies flagradas pelas câmeras, além do cachorro-do-mato, jaguatirica e quati, também aparecem veados, tamanduás-mirins, saracuras-três-potes e iraras. Muitos desses animais foram registrados olhando diretamente para o equipamento, como se estivessem cientes de sua presença.
Essas interações curiosas, além de encantarem o público, reforçam a importância do monitoramento contínuo da fauna silvestre e a necessidade de conservação do habitat dessas espécies em Mato Grosso do Sul.