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Jovem de 20 anos foi atacada pelo próprio cão na zona leste de Londrina e socorrida pelo Siate. O incidente ocorreu após o animal estranhar a dona.
Uma jovem de 20 anos precisou de atendimento médico após ser atacada pelo seu próprio cão na noite de quarta-feira (25 de março de 2026). O incidente ocorreu na Rua Damasco, na zona leste de Londrina, e mobilizou uma equipe de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Siate).
Por volta das 22h30, os profissionais do Siate foram acionados para prestar os primeiros socorros à vítima, que apresentava ferimentos causados por mordeduras. A rápida intervenção foi crucial para garantir a segurança da jovem e iniciar o tratamento necessário no próprio local.
Segundo informações coletadas no local, o ataque aconteceu quando o cachorro de estimação da família estranhou a proprietária, resultando nas mordidas. Vizinhos e familiares, assustados com a situação, prontamente solicitaram o apoio do serviço de emergência.
Apesar de ser um animal de convívio diário, o comportamento atípico do cão levou a escoriações que demandaram atenção profissional imediata. Os socorristas administraram os cuidados preliminares na residência antes de transportar a jovem para uma unidade hospitalar.
O corte sofrido pela jovem foi considerado pequeno pelos socorristas. Contudo, por se tratar de um acidente com animal, ela foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central, conhecida como Mater Dei, para uma avaliação médica mais detalhada. O principal objetivo dessa transferência era a aplicação do protocolo de vacina contra a raiva, um procedimento padrão em casos de rompimento da pele por mordeduras de animais.
O estado de saúde da jovem é considerado estável, e ela não corre riscos maiores decorrentes do episódio. A ocorrência reforça a importância da observação atenta ao comportamento dos animais de estimação e dos cuidados necessários ao lidar com ferimentos por mordedura. Órgãos de Vigilância Sanitária e zoonoses recomendam que, em situações semelhantes, o animal envolvido seja mantido em observação por um período de dez dias. Essa medida visa descartar o surgimento de sintomas de doenças transmissíveis, como a raiva.
Após receber atendimento na UPA, a vítima deverá seguir as orientações médicas para acompanhamento e monitoramento do local atingido, garantindo assim uma recuperação completa e segura.